Sal x Pressão Alta: veja como equilibrar o consumo de sal na alimentação

É preciso ter cautela no consumo do sal.

O sal é imprescindível para o funcionamento do nosso organismo, é responsável pela regulação de água no organismo, armazena células no interstício e também é absorvido no trato gastrointestinal, sendo excretado pelos rins. Além disso, já foi considerado um grande inimigo para as pessoas que possuem pressão alta.

O sal ou cloreto de sódio está presente em quase todo o tipo de cardápio do brasileiro, nos queijos, molhos de tomate, comida congelada, fast food, biscoitos, em comida de restaurantes e supermercado. Mas é preciso ter cautela ao ingeri-lo.
A quantidade máxima de sal recomendada pelos médicos é de 2,4 gramas por dia, o equivalente a 6 gramas de sal. A cada nove gramas de sal ingerido, o corpo retém em média 1 litro de água.

Na realidade, o grande problema não está só no sódio e sim, no cloreto. O sal de mesa, por exemplo, possui 40% de cloreto. O risco de consumir doses excessivas de sal é acabar desencadeando o aumento da pressão sanguínea e consequentemente a hipertensão, responsável pelo infarto e acidente vascular cerebral.

O abuso de sal pode acarretar uma série de graves doenças entre elas: AVC (derrames), insuficiência renal, câncer de estômago, pedras nos rins, diabetes, asma e osteoporose.
A pressão alta é o mais comum desses problemas. A genética também tem um grande peso, se no histórico familiar como avô, pai ou mãe sofrem de hipertensão arterial, provavelmente no futuro, as gerações mais novas desencadearão a doença.

Como os sintomas são menos perspectiveis, a pessoa só irá descobrir que tem pressão alta, quando começar a surgir dores de cabeça excessivas, falta de ar, visão turva, debilidade, sangramento pelo nariz, palpitações ou até desmaios.
Nos casos graves, a pressão alta pode provocar enfarte agudo de miocárdio, ou um derrame cerebral e até a morte de forma instantânea.

Uma alternativa para manter um equilíbrio do sal consumido é manter bons hábitos alimentares que pode ser considerado um fator preponderante para controlar a pressão arterial, alimentos ricos em cálcio e ingerir mais fibras e menos alimentos em gordura animal saturada. Manter o controle periódico de medir a pressão é um dos métodos de prevenção. É aconselhável não abusar do sal, caminhar, evitar o consumo de café e fumo.

Cuidados
O equilíbrio alimentar ainda é um grande aliado para quem sofre dessa doença. Alimentar-se corretamente pode gerar benefícios a saúde e ao bem-estar.
“Um dos maiores sofrimentos dos hipertensos é na hora de se alimentar. O teor de sal existente nos alimentos processados e nas comidas preparadas em restaurante pode elevar a pressão. Como as pessoas ativas fazem boa parte das refeições fora de casa, é necessário manter uma restrição do tipo de alimentos que o hipertenso irá ingerir e não é uma tarefa nada fácil”, explica a endocrinologista Carolina Mantelli Borges, da Clínica de Especialidades Integrada.

Confira algumas dicas para se alimentar bem e fugir do sal:

  • Substitua o sal por temperos naturais (limão, alho, cebola, cheiro-verde, orégano, cominho, coentro e manjericão).
  • Substitua gorduras animais por óleos vegetais (óleo de soja, milho ou girassol).
  • Evite açúcar e doces.
  • Retire o saleiro da mesa.
  • Evite frituras.
  • Consuma alimentos que sejam fonte de fibras, como frutas, cereais integrais, hortaliças e legumes, de preferência crus.
  • Evite alimentos industrializados (molhos prontos, ketchup, caldos concentrados e mostarda).
  • Evite os embutidos (salsicha, linguiça, presunto e salame).
  • Evite as conservas e os enlatados.
  • Evite os salgadinhos para aperitivo (batata frita, amendoim e salgado).

Fonte: Yahoo Mulher

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Batata yacon controla diabetes, colesterol e aumenta a saciedade

Conheça outros benefícios para a saúde desse carboidrato de baixa caloria

Por Carolina Gonçalves

batata yacon - Foto Getty Images

Provavelmente você já deve ter se deparado com ela na feira ou no mercado. Originária dos Andes, a batata yacon tem uma consistência macia e um gosto adocicado, parecido com uma pera, apesar se sua aparência lembrar a da batata doce. "O consumo recomendado é até de duas a três batatas por dia, considerando a quantidade recomendada de carboidratos de uma alimentação balanceada", diz o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, de São Paulo.

A yacon é famosa nos países do oriente, mas já ganhou o cardápio do brasileiro, principalmente dos portadores de diabetes. Entre os benefícios desse alimento está o controle da doença. E não é só isso que ela faz de bom para o organismo. Veja outras vantagens em incluir este tubérculo na sua alimentação:

Ajuda no controle do diabetes

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Franca (UNIFRAN), em São Paulo, afirma que o consumo diário da batata yacon pode ajudar no controle da glicemia em portadores de diabetes tipo 2. Segundo os pesquisadores, o tubérculo é rico em um carboidrato chamado frutooligossacárico, que age de forma semelhante as fibras em nosso organismo. Um carboidrato simples – também conhecido como amido – é absorvido rapidamente pelo organismo, elevando as taxas de glicose no sangue em uma velocidade maior e gerando picos de insulina. Já no caso do carboidrato presente na batata yacon o que acontece é o contrário. "Nosso corpo não consegue quebrar as moléculas desse carboidrato com tanta facilidade, por isso sua absorção é mais lenta", diz o nutrólogo Roberto Navarro. E por que esse mecanismo faz diferença no controle do diabetes? "Os carboidratos da batata yacon, por serem de lenta absorção, liberam o açúcar no sangue em baixas quantidades, equilibrando as taxas de glicose do organismo e, consequentemente ajudando a controlar a doença, como fazem as fibras", completa o especialista.

mulher se pesando - Foto Getty Images

Baixa caloria

O carboidrato da batata yacon é menos calórico que um carboidrato simples, afirma a nutricionista Christiane Rocha Veloso, de Minas Gerais. Cada 100 gramas da batata yacon tem cerca de 30 calorias, ao passo que a batata inglesa tem 52 calorias na mesma porção. "Esse possui um alto percentual de água (em torno de 83 a 90% do seu peso), fator que diminui o nível calórico", aponta a especialista.

mulher com as mãos na barriga - Foto Getty Images

Intestino regulado

Mais um ponto positivo da batata é o seu benefício em regular o trânsito intestinal. Em um outro estudo, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a descoberta foi que a batata yacon é rica em inulina, um tipo de carboidrato do grupo dos frutooligossacáricos que é altamente fermentado pela flora intestinal, servindo de alimento para essas bactérias. "Isso ajuda a estimular o crescimento de bactérias boas para o intestino, fazendo com que ele funcione melhor e evite problemas como intestino preso", explica o nutrólogo Roberto.

batata yacon fatiada - Foto Getty Images

Aumenta a saciedade

A batata yacon proporciona uma sensação maior de saciedade, fazendo com que a pessoa levem mais tempo para sentir fome novamente. Isso acontece, novamente, em função de o alimento ser um carboidrato de ação lenta. "Isso porque a batata irá frear a absorção da glicose, proporcionando saciedade", diz. "Para quem quer aproveitar esses efeitos, o melhor é incluir duas ou três fatias da batata em um suco para ser consumido entre as refeições", recomenda Roberto Navarro. Dessa forma, você retarda a absorção de glicose do suco e ainda aproveita todas as vitaminas das frutas.

coração de pelúcia - Foto Getty Images

Controla o colesterol

Para entender o mecanismo de ação da batata yacon na redução do colesterol, primeiro é preciso saber que muito do colesterol presente em nosso corpo é produzido pelo próprio organismo, no fígado. "Esse colesterol também é chamado de sal biliar e atua na digestão de gorduras", explica o nutrólogo Roberto. Depois de ser usado na digestão dos alimentos, esse colesterol volta para o fígado, onde deve ser reabsorvido para produzir uma nova bile. No entanto, se a flora intestinal não estiver funcionando como deveria, o sal biliar não é absorvido e vai para a corrente sanguínea, elevando os níveis de colesterol no sangue. "Por ajudar a flora intestinal a funcionar melhor, a batata yacon ajuda indiretamente na absorção de colesterol, impedindo que ele se acumule no sangue e controlando suas taxas."

mulher mostrando os bíceps - Foto Getty Images

Mantem o organismo longe de doenças

Uma flora intestinal em ordem é essencial para o controle dos processos inflamatórios e infecções. De acordo com a nutricionista Christiane, quando você estimula o crescimento da flora intestinal benéfica, ela será mais efetiva no extermínio de bactérias que entram em nosso organismo por meio da alimentação, como a salmonela. "O desenvolvimento da flora intestinal proporcionado pela batata yacon ajuda diretamente na prevenção de doenças e no fortalecimento da imunidade", diz a nutricionista.

mulher fazendo uma caminhada - Foto Getty Images

Rica em potássio

A batata yacon também é rica em potássio, um mineral importante para diversas funções do organismo. Além de ajudar na reconstrução muscular, prevenindo contra dores, cansaço e fadiga muscular, o potássio também ajuda no controle da pressão arterial, prevenindo doenças cardíacas. "Se a sua intenção é obter mais potássio para melhorar a performance na atividade física, prefira consumir a batata yacon acompanhada de frutas ou outra fonte de carboidrato, já que o tubérculo oferece baixas taxas de glicose e, consequentemente, menos energia para a atividade física", alerta o nutrólogo Roberto

Fonte: Yahoo Beleza & Saúde

Benefícios da Caminhada para o Corpo e para a Mente

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece

 

Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. “Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência.

1.Melhora a circulação

Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. “Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas”, explica o fisiologista Paulo Correia.

2.Deixa o pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.
“A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador”, explica.

3. Combate a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

“Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença”, diz o fisiologista da Unifesp.

4. Afasta a depressão

Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.
Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. “Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando”, explica Paulo Correia.

5. Aumenta a sensação de bem-estar

Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.
Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.

6. Deixa o cérebro mais saudável

Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. “Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos”, comenta Paulo Correia.

Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais.

7. Diminui a sonolência

A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.
“Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte”, completa o especialista da Unifesp.

8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece

Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. “É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas”, afirma Paulo Correia.

E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado.

9. Controla a vontade de comer

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária.

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.
“Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida”, afirma Paulo Correia.

10. Protege contra derrames e infartos

Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. “Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam”, diz Paulo.
A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom.

  11. Diabetes

A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.
Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.
“Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes”, explica o fisiologista da Unifesp.

Fonte: Minha Vida

Benefícios do Limão

Limão ajuda a combater a Osteoporose e o Diabetes, entre outros benefícios.

 

Aveia ajuda a reduzir o açúcar no sangue e eliminar colesterol ruim

Nosso organismo não possui enzimas para digerir fibras. A aveia ajuda a absorver o açúcar do sangue e o mau colesterol.

Flocos, farelo, farinha. Tudo é aveia, mas com algumas diferenças. “O que muda é o processamento. Como o flocos é integral, ele fica com mais nutrientes, porém o farelo, que é da camada externa, tem uma maior quantidade de fibras. A farinha possui uma menor quantidade, mas também é muito benéfica”, explica a nutricionista Carolinne Reinaldo.

O nosso organismo não possui enzimas para digerir as fibras. Quando saem do estômago, elas formam um bolo, funcionando como uma espécie de esponja que ajuda no bom funcionamento do intestino e, no caso da aveia principalmente, ajuda a absorver o açúcar do sangue e o mau colesterol.

Isso tudo graças a um tipo de fibra chamada de beta glucana, encontrada principalmente no farelo da aveia. “A beta glucana tem um efeito benéfico no nosso organismo, diminuindo o colesterol, pressão arterial e glicose, ajudando quem tem diabetes”, completa a nutricionista.

O farelo, assim como a aveia em flocos, pode ser consumido junto com outros alimentos. “Colocar junto com as frutas fica uma opção saudável e muito saborosa. Pode botar também no iogurte, no suco de frutas, batendo com alguma vitamina”.

Contudo, é preciso ter cuidado com a quantidade. Duas colheres de sopa de aveia, a quantidade recomendada, têm 160 calorias. “Isso pode ser diluído: uma colher no café da manhã, outra no jantar ou no lanche. Não precisa ser numa refeição só”, orienta Carolinne.

A farinha de aveia é mais usada na preparação de bolos e pães. O resultado pode até ser calórico, mas a aveia aumenta a saciedade. “Você comendo um pão desse pode se sentir saciado. Se não tivesse aveia ia querer dois [pães]”.

Quem come alimentos ricos em fibras deve beber bastante líquido. Do contrário, pode sentir um mal estar. Segundo Carolinne, a falta de líquido pode causar ressecamento, formação de gases, um desconforto gástrico. “O ideal é consumir diariamente dois litros de água. Se a aveia faz parte da sua dieta diária tem que passar para 2,5 ou três litros de água”, diz ela.

Pensando nos benefícios, a consultora de vendas Ana Karina Nobre come aveia diariamente. “Sempre incluo nas refeições, nos shakes, nas saladas. Eu adoro”.

Veja o vídeo: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/11/aveia-ajuda-reduzir-o-acucar-no-sangue-e-eliminar-colesterol-ruim.html

Fonte: Aline Oliveira Fortaleza, CE – Jornal Hoje

Barriga X Diabetes

barriga

Estudo mostra que a doença pode virar epidemia no Brasil. A circunferência abdominal é um dos fatores importantes. Quem já tem casos na família deve redobrar o cuidado.

Um estudo feito em 20 cidades do país alerta para um grave risco: nos próximos anos a diabetes pode virar uma epidemia. A circunferência abdominal acima da medida recomendada, não praticar exercícios físicos e não comer verduras e legumes diariamente são alguns sinais de que uma pessoa pode entrar para o grupo de risco de desenvolver diabetes.

Existem outros fatores importantes, entre eles a genética. Quem já tem casos na família deve redobrar o cuidado em relação à quantidade de carboidrato e açúcar dos alimentos.

Uma alimentação saudável contribui para manter controlada a glicose, o nível de açúcar no sangue. Na hora do almoço ou do jantar, divida o prato em quatro partes. Uma porção de arroz, de preferência o integral, que tem mais nutrientes, feijão, folhas verdes escuras e legumes coloridos e uma proteína, que pode ser carne, frango ou peixe grelhados.

Questionário indica risco de desenvolver diabetes tipo 2

O resultado do teste abaixo indica, em uma escala de 0 a 30, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 nos próximos dez anos, de acordo com os pontos somados por cada um.

Escolha a alternativa correta e some seus pontos:

1. Idade:
0p. Menos de 45 anos
2p. 46-54 anos
3p. 55-64 anos
4p. Mais de 65 anos

2. Índice de massa corporal (IMC) – a divisão do peso pela altura ao quadrado (kg/m²):
0p. Menos de 25
1p. 25-30
3p. Mais de 30

3. Circunferência abdominal (meça a circunferência, na altura do umbigo, com uma fita métrica):

Homem Mulher
0p. Menos de 94 cm Menos de 80 cm
3p. 94-102 cm 80-88 cm
4p. Mais de 102 cm Mais de 88 cm

4. Pratica exercício físico regularmente por, pelo menos, 30 minutos? Considere atividades como andar a pé, subir e descer escadas, fazer faxina, etc.
0p. Sim
2p. Não

5. Com que frequência come frutas e legumes?
0p. Todos os dias
1p. Às vezes

6. Toma regularmente ou já tomou medicamentos para hipertensão?
0p. Não
2p. Sim

7. Alguma vez análises de rotina ou durante a gravidez já acusaram excesso de açúcar no sangue?
0p. Não
5p. Sim

8. Algum familiar teve ou tem diabetes, do tipo 1 ou 2?
0p. Não
3p. Sim: avós, tios, primos de 1º grau
5p. Sim: pais, irmãos ou filhos

Analise sua pontuação:

Abaixo de 7 pontos: Risco baixo (1 em 100 desenvolverá a doença)
7 a 11: Risco relativamente baixo (1 em 25 desenvolverá a doença)
12 a 14: Risco relativamente moderado (1 em 6 desenvolverá a doença)
15 a 20: Risco relativamente alto (1 em 3 desenvolverá a doença)
Acima de 20: Risco relativamente muito alto (1 em 2 desenvolverá a doença)

Fonte: Sociedade Europeia de Cardiologia

Assista o Video 

Fonte Jornal Hoje (Mariana Gross Rio de Janeiro)